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Vereadores pedem prestação de contas sobre ações contra a COVID-19

17 jun 2020|Postado em:Política


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Durante a sessão da última segunda-feira (15/06), o hospital de retaguarda foi um dos temas mais abordado, diante da solicitação do Ministério Público na contratação de 31 leitos para atender aos pacientes da Covid-19 e o fechamento do Hospital Souto Maior.

O vereador Sinézio Rodrigues questionou a atuação do governo do estado e ressaltou o governo municipal. “O município não tinha outra solução a não ser levar pro Souto Maior, os leitos. O que é incoerente no discurso é a falta do pedido de melhoria. Estão querendo atribuir a responsabilidade do governo do estado pra o município. Estamos vendo vereadores incitando o não cumprimento de um decreto com relação a fogueira, mas não vemos o mesmo sendo feito sobre a falta de transparência com o governo estadual”.

Pinheiro de São Miguel defendeu a prestação de contas do que está sendo gasto com a pandemia do novo coronavírus. “Não fizemos nada mais que o nosso papel de fiscalizar. A população precisa saber, detalhadamente, o que entrou na conta do governo municipal e o que está sendo feito. Não estamos dizendo que tem desvio, só pedimos uma prestação de contas detalhada e acessível, para que o povo entenda o que já foi feito e o que ainda será feito para o combate da Covid-19 em Serra Talhada”.

O vereador José Raimundo fez referência aos números de Serra Talhada e a ação da prefeitura. “Hoje temos um número pequeno de internados, graças à Deus e a gestão, que vem realizando testes e acompanhando de perto as pessoas infectadas, ligando para quem teve contato e realizando um controle mais perto da doença. Se temos poucos casos, é graças ao controle e cuidado dos profissionais, agora, onde está o Hospital prometido pelo governo do estado? A gente tem que dar responsabilidade e cobrar providência”, ressaltou.

Ao final, Manoel Enfermeiro, presidente da Casa, pediu mais união ao grupo, no sentido de buscar melhorias para Serra Talhada, independentemente de partido político.

“Vamos cobrar prestação de contas do HOSPAM também. Precisamos acabar com a picuinha e cuidar das pessoas. A prefeitura tem acompanhado os casos, oferecendo o medicamento e cuidando. Não vejo o povo reclamando do que o governador prometeu e não fez. Vamos ter respeito por nós mesmos, vamos nos unir e trabalhar por Serra Talhada”, finalizou o presidente.

Vereadores cobram estradas em Serra Talhada

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Mais uma sessão ordinária na Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada traz as estradas do município para o debate. André Maio, iniciou o assunto pedindo pelas estradas de Água Branca e lembrando da responsabilidade municipal em manter as estradas trafegáveis.

“A situação das estradas é muito triste. Sabemos que com as chuvas a situação agrava, ainda mais, e nós ficamos felizes pelas chuvas, mas o atoleiro é grande e não é favor nenhum do município restaurar essas estradas, é um direito do povo, que paga seus impostos e querem ter direito de se locomoverem”, disse André Maio.

Aproveitando o tema, Rosimério de Cuca pediu ao prefeito que liberasse por dois dias as máquinas para que fosse finalizada a estrada de Caiçarinha a Tauapiranga. “Eu mesmo acompanho o serviço, só preciso das máquinas por dois ou três dias e a gente já tira as pessoas daquela região do sufoco”.

Já o vereador José Raimundo agradeceu ao governo do estado pelo serviço de tapa buraco na PE-365. “Apesar de não ser o que foi combinado, mas o tapa buraco naquela estrada ajuda a evitar acidentes com as pessoas que precisam se deslocar até Serra Talhada”.

Presidente explica medidas adotadas pela Câmara para conter o coronavírus

O presidente da Câmara de Vereadores, Manoel Enfermeiro, detalhou as medidas que estão sendo tomadas pela Casa para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Ele disse que a Câmara deverá ser referência para outros órgãos públicos e defendeu mudanças em regras regimentais para garantir o funcionamento de acordo com as normas de prevenção da doença.

Está sendo instalado, por exemplo, um sistema de deliberação remota, para que os vereadores possam participar das sessões do Plenário respeitando a recomendação de isolamento social.

Teletrabalho

Antes da pandemia, em dias de maior movimento, circulavam em média 2 mil pessoas pelo prédio do legislativo por semana. Para diminuir esse fluxo, foi autorizado o regime de teletrabalho para alguns grupos de servidores e funcionários terceirizados, como os maiores de 60 anos, as gestantes, quem tem doenças que diminuem a imunidade e mães de bebês de até três meses.

“A gente está dando uma demonstração para a sociedade da importância da vida de uma pessoa”, disse Manoel Enfermeiro.

Restrição de acesso

Foram suspensas muitas autorizações para as pessoas de fora terem acesso à Câmara. O acesso só foi mantido em alguns casos, como o de jornalistas e de fornecedores de material e de alimentação.

Sessões

“Com o retorno das sessões, adotamos o espaçamento entre as poltronas, além do uso do termômetro digital na entrada, e os assessores e funcionários estão trabalhando num regime de revezamento, para darmos mais proteção a todos”, explicou o presidente.

Há ainda pias disponíveis no prédio para facilitar a higienização pessoas de quem precisar freqüentar a Câmara de Vereadores.

ASCOM

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