maio 8

8 maio 2022

Dia das Mães pós-pandemia: como os órfãos da covid-19 podem tornar a data menos dolorosa?

 

Dia das Mães pós-pandemia: como os órfãos da covid-19 podem tornar a data menos dolorosa?

O chamado ‘luto pandêmico’ é diferente de todos os outros, especialmente para quem perdeu parentes próximos. – Freepik/zirconicusso

Psicólogo Alexander Bez reuniu conselhos para enfrentar o luto pandêmico no Dia das Mães

Milhares de brasileiros não vão comemorar o Dia das Mães da mesma forma neste domingo (8). Isso porque eles perderam suas mães para a covid-19 e não terão a chance de homenageá-las pela última vez no clássico almoço em família. Trata-se dos chamados ‘orfãos da pandemia’.

A data celebra um dos vínculos familiares mais fortes que existem, especialmente quando há uma relação de cumplicidade e afeto entre mãe e filhos. Por isso, o psicólogo Alexander Bez ressalta que ignorar a chegada do Dia das Mães na tentativa de evitar os sentimentos negativos que podem vir à tona não é o melhor caminho.

“A partir do momento em que você nega o Dia das Mães, você se aprofunda mais no conflito e entra em um estado neurótico mais potente. O melhor jeito de lidar com o assunto é permitir sentir a sua mãe e trabalhar os sentimentos de maneira que ela esteja viva dentro de você, não fugindo ou se esquivando desse dia”, ressalta em entrevista à AnaMaria Digital.

É claro que esse processo não é simples e envolve diversos gatilhos e pensamentos difíceis de encarar. Pensando nisso, o especialista reuniu algumas informações e conselhos capazes de ajudar a tornar o Dia das Mães menos doloroso aos órfãos da pandemia.

LUTO PANDÊMICO

Uma peça fundamental especificamente para essa data é entender que esse sentimento é diferente de qualquer outro. “O luto pandêmico é o pior luto que existe. Ele só perde para o luto de vítimas de guerra, psicologicamente falando”, analisa Bez.

Os motivos para tal diferença é que se trata de uma dor coletiva e associativa. O profissional explica: “Ao ler uma nova notícia no jornal de que morreu mais gente em função da pandemia, esse luto traz ainda mais elementos conflituosos, aumentando a carga negativa que a pessoa tem que carregar”.

Considerando esses fatores, não é incomum que quem perdeu entes queridos devido à covid-19 desenvolvam transtornos de ordem psicológica – como crises de ansiedade, depressão e ataques de pânico. A insônia também é uma forte característica observada nesses pacientes, como aponta o psicólogo.

CONSELHOS

A pedido da reportagem, Alexandre Bez reuniu cinco conselhos àqueles que atravessarão o Dia das Mães desacompanhados pela primeira vez. Segundo ele, existem alguns mecanismos que podem ajudar a lidar com os sentimentos depreciativos, a saudade e a revolta.


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  • Valide seus sentimentos. É fundamental seguir a vida, porém sem esconder suas reações embaixo do tapete. A dica é conhecer seus sentimentos em relação ao luto e identificar como eles influenciam na maneira que você está agindo. Apesar da perplexidade, é preciso deixar a esfera negativa para trás e trazê-los para uma esfera positiva.
  • Procure não fazer associações. Você deve entender que o novo coronavírus é uma doença extremamente cruel e lidar com as centenas de perdas diárias pela covid-19 não é fácil para ninguém. Ainda assim, vale lembrar que o vírus opera em uma diversidade muito grande e não traz nenhum tipo de padronização. Dessa forma, procurar associar sua perda às mortes que continuam acontecendo só dificulta lidar com o luto.
  • Ocupe a mente. Para Alexander, o período mais difícil do luto é equivalente aos nove meses que esperamos para o nascimento. Por isso, é muito importante se manter ocupado durante esse tempo – seja através de cursos, exercícios físicos, terapias ocupacionais…
  • Continue seus projetos pessoais. Vale a pena investir em atividades que você costumava fazer ao lado de sua mãe. Isso funcionará como uma forma de homenageá-la e lidar com os sentimentos negativos. Procure pensar em projetos que ela gostaria que você continuasse ou começassem a fazer juntos.
  • Não se culpe. Nas palavras do psicólogo: “Ninguém teve culpa de nada. É um vírus que veio da natureza, que foi provado pelo sequenciamento genético que surgiu da interação do homem com o animal. É preciso se afastar de teorias negacionistas e conspiracionistas e enfrentar os sentimentos negativos de frente.”.

CRIANÇAS

O especialista destaca que a abordagem deve ser diferente ao tratar do luto pandêmico com as crianças. Segundo ele, é fundamental recorrer a uma linguagem que seja do entendimento da criança – especialmente àqueles entre 3 e 10 anos de idade, uma vez que os mais novos não costumam entender a situação.

Alexander recomenda que a pessoa se prepare psicologicamente para não tornar a situação ainda mais difícil para o pequeno. “Que você chore tudo o que você tem que chorar antes de conversar com criança. Você deverá encontrar uma forma de falar com ela sem adicionar mais sofrimento à situação, que já é muito pesada por si só”.

Também é importante escolher o momento certo para trazer esses sentimentos à tona, apenas quando a criança estiver disposta a falar sobre isso. Como última dica, o profissional destaca: “Sempre fazer com que a criança possa lembrar com a mãe com muito carinho, mostrando que ela e nem ninguém tiveram culpa de nada. Isso é essencial para evitar conflitos no futuro”.

RECADO FINAL: PEÇA AJUDA!

O noso recado final é ressaltar que a psicoterapia especializada sempre pode ser benéfica nos processos de luto – especialmente os pandêmicos. A depender dos sintomas apresentados por cada paciente, o tratamento deve ser associado ao uso de medicamentos ansiolíticos e/ou antidepressivos e de outros métodos terapêuticos.

“Por ser um luto muito complicado, é extremamente importante trabalhar os estados físico, emocional e espiritual. A junção desses três elementos é vital para lidar com o luto pandêmico – sendo através dos exercícios, dos medicamentos e das terapias alternativas”, sintetiza Bez.

Fonte: Ana Maria


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maio 8

8 maio 2022

13° salário do INSS: segunda parcela será paga a partir do dia 25

 

INSS libera últimos pagamentos do 13º salário essa semana

O dinheiro começará a ser depositado entre 25 de maio a 7 de junho

A partir do dia 25, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa a pagar a segunda parcela do 13° salário para aposentados e pensionistas. Os pagamentos serão realizados junto com os benefícios referentes ao mês de maio.

O dinheiro começará a ser depositado entre 25 de maio a 7 de junho. O INSS informou que 31 milhões de segurados receberam a primeira parcela.

Antecipação

Em março deste ano, foi assinado o decreto que antecipava o pagamento do 13° salário. Desde 2020 que o benefício vem sendo adiantado. O normal é a primeira parcela ser paga em agosto e a segunda parcela em dezembro. Mas, pelo 3° ano consecutivo, o governo decidiu antecipar o pagamento.

A segunda parcela corresponde a metade do valor do benefício mensal. No entanto, esta parcela pode ser descontada para pagamento de Imposto de Renda.

Confira calendário da segunda parcela

Para quem recebe um salário mínimo:

final 1: recebe dia 25 de maio;
final 2: recebe dia 26 de maio;
final 3: recebe dia 27 de maio;
final 4: recebe dia 30 de maio;
final 5: recebe dia 31 de maio;
final 6: recebe dia 1º de junho;
final 7: recebe dia 02 de junho;
final 8: recebe dia 03 de junho;
final 9: recebe dia 06 de junho;
final 0: recebe dia 07 de junho.

Para quem recebe acima de um salário mínimo:

finais 1 e 6: recebe dia 1º de junho;
finais 2 e 7: recebe dia 02 de junho;
finais 3 e 8: recebe dia 03 de junho;
finais 4 e 9: recebe dia 06 de junho;
finais 5 e 0: recebe dia 07 de junho.

Atualmente, 36 milhões de pessoas recebem benefícios da Previdência Social. Sendo que 60% recebem um salário mínimo.

Tem direito de receber o valor de R$ 1.212:

aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusaão e pensão por morte. Segundo as regras, nenhum segurado pode receber valores abaixo do salário mínimo.

Os aposentados e pensionistas que recebem acima de um salario mínimo, tiveram um reajuste de 10,16%. Atualmente o teto do INSS no valor de R$ 7.087,22.

Dica Extra do Jornal Contábil: Compreenda e realize os procedimentos do INSS para usufruir dos benefícios da previdência social.

Já pensou você saber tudo sobre o INSS desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana? Uma alternativa rápida e eficaz é o curso INSS na prática:

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Fonte: Jornal Contábil


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maio 8

8 maio 2022

APA Petrolina é campeã do Brasileiro de Atletismo Paralímpico

 

Após três dias de competição em São Paulo, a Associação Petrolinense de Atletismo (APA) conquistou o título do Campeonato Brasileiro de Atletismo Paralímpico. A equipe pernambucana terminou a classificação geral com 400 pontos, superando o time Naurú-SP, que ficou com o vice-campeonato.

A APA assumiu a liderança da disputa ainda na sexta-feira (06), após somar 23 medalhas, sendo 11 de ouro, 5 de prata e 7 de bronze. Ciente da grande possibilidade do titulo, a equipe foi para as provas deste sábado (07) com todo gás e não deu chance aos adversários. Dominante nas provas de meio-fundo e fundo, o time se manteve na liderança e garantiu o campeonato inédito.

“Muito feliz. É uma emoção indescritível. Parabenizar todos nossos paratletas pelo incrível desempenho. É a recompensa de um trabalho sério, com responsabilidade e muito amor. A APA Petrolina sai de São Paulo como é a melhor equipe do Brasil”, vibrou o presidente do clube, Domingos Rodrigues.

A delegação fez uma grande festa ao receber o resultado. No quadro geral de medalhas, a equipe ficou com 13 de ouro, 09 de prata e 09 de bronze. Emocionado, o diretor executivo, Natanael Barros, agradeceu a todos que torceram pela equipe.

“Somos campeões nacionais. Campeões do pais que é referência no paratletismo. Isso tem um significado grandioso para nós. Nossos atletas foram incríveis, estamos muito orgulhosos de cada um. Nesse momento queremos agradecer aos torcedores, nossos familiares, amigos, patrocinadores e todos que nos ajudam. Somos campeões e esse título é de todos”, destacou Natanael.

Os campeões embarcam ainda neste sábado para Petrolina-PE. A previsão de chegada é por volta das 18h, no Aeroporto Senador Nilo Coelho.

A APA Petrolina tem o patrocínio master da Bayer Brasil, patrocínio oficial da Elo e patrocínios da Prefeitura de Petrolina, Ara Agrícola, River Shopping, Tintas Inquine e Vale do Ave.

 

Ascom-APA Petrolina


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maio 7

7 maio 2022

Comitiva pernambucana participa de encontro regional com gestores da assistência social no Ceará

 

Comitiva pernambucana participa de encontro regional com gestores da assistência social no Ceará

Divulgação

Objetivo foi debater avanços e desafios no processo de fortalecimento do SUAS

 

Uma comitiva pernambucana esteve presente no 22º Encontro Regional do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), em Juazeiro do Norte, e na reunião da Câmara Temática de Assistência Social do Consórcio Nordeste, realizada no Crato, no Ceará. Na ocasião, os representantes do Governo de Pernambuco destacaram os repasses para o cofinanciamento de programas e equipamentos dessa área e os esforços para fortalecer os serviços socioassistenciais.

“Em Pernambuco, houve movimento interno que garantiu o pagamento de um dos maiores patamares de cofinanciamento, algo que fortaleceu o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e a atuação dos munícipios. Além disso, nos próximos meses, será retomada a assessoria técnica presencial de forma regionalizada, reunindo todos os municípios pernambucanos”, destacou o secretário executivo de Assistência Social de Pernambuco, Joelson Rodrigues, na reunião da câmara do Consórcio Nordeste.

O gestor também reforçou a mobilização que tem sido feita, junto aos municípios, em relação ao contato com os parlamentares de cada região acerca da aprovação da PEC 383, de autoria do deputado federal Danilo Cabral, que prevê a vinculação de 1% da receita corrente líquida da União para o SUAS, o que contribuiria para o fortalecimento dos serviços socioassistenciais em um período de agravamento das demandas da população no país. “Essa é uma pauta que vai entrar em votação e que todos precisam ficar em alerta para conseguirmos avançar com a aprovação. É uma pauta que nos une e em que a gente espera avançar”, disse.

Na sexta (6), a programação de encerramento incluiu oficinas de capacitação para os gestores presentes acerca dos temas “Trabalho Social com Famílias e diversidade no SUAS”, “Gestão Financeira no SUAS”, “Auxílio Brasil e o futuro do Cadastro Único” e “O papel da Vigilância Socioassistencial nos municípios”, além do encontro “O futuro da proteção social e do SUAS no

Nordeste: agenda e compromissos dos governadores do Nordeste”. Ainda houve um ato político em defesa do SUAS.

Ascom SDSCJ

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maio 7

7 maio 2022

Dinossauro mais antigo do Nordeste é descoberto por pesquisadores da UFPE

 

Dinossauro mais antigo do Nordeste é descoberto por pesquisadores da UFPE

Ilustração de um dilophosaurus de tamanho médio – Foto: Reprodução / jurassicworld-evolution.fandom

A descoberta foi realizada no município de Ibimirim, no sertão de Pernambuco

Paleontólogos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) revelaram, em recente publicação, a descoberta do dinossauro mais antigo da região Nordeste do Brasil. A vértebra de um terópode (dinossauro bípede) do período Jurássico, que aconteceu de 145 a 208 milhões de anos atrás, foi encontrada próxima à cidade de Ibimirim, no sertão pernambucano, ainda no ano de 2019.

A pesquisa identificou que o segmento analisado é comparável com um Dilophosaurus de tamanho médio. O dinossauro já fez parte até do filme Jurassic Park. Na produção cinematográfica, o Dilophsaurus apresenta algo parecido com asas nas laterais da cabeça e usa essas “asas” abertas em sinal de ameaça.

No Nordeste do Brasil, há apenas duas ocorrências de dinossauros do período Jurássico. A primeira, anteriormente vista como a ocorrência de dinossauro mais antiga da região, coletada na década de 1960, ocorreu em Petrolândia, também no Sertão de Pernambuco. Entre essa descoberta, registrada para o período Jurássico Superior (de 145 até 163 milhões de anos atrás), e a mais recente, realizada pelo paleontólogo Leonardo M. de Oliveira, há uma janela de 20 a 25 milhões de anos. O Dilophosaurus é mais “velho”, com ocorrência determinada no Jurássico Médio, que vai de 163 a 174 milhões de anos atrás.

“Estávamos fazendo um trabalho de mapeamento geológico, em que a gente só via as rochas, além de coletar fósseis diversos. Mas calhou de encontrarmos esse fóssil, que já tínhamos a expectativa de encontrar há muito tempo”, relembrou Leonardo.

A descoberta do novo dinossauro foi fruto do mestrado de Leonardo, que explicou que a idade do fóssil encontrado se deu por conta da formação rochosa onde ele foi encontrado. “O nosso é o mais antigo do Nordeste, porque o de Petrolândia foi encontrado em uma rocha acima da nossa. E, por conceito de geologia, a idade da rocha de cima é mais nova que a rocha de baixo”.

Vértebra de dinossauro encontrada na cidade de Ibimirim, no sertão de Pernambuco

 

O princípio da sobreposição define que a camada mais jovem de formação rochosa é a mais alta, a “de cima”. A formação analisada pelos cientistas no momento de encontro do fóssil foi a formação aliança, já anteriormente definida como do período Jurássico.

“Essa formação ocorreu durante a separação do Brasil e da África, em que gerou uma depressão (região mais rebaixada em comparação ao seu entorno) nessa região, que vai do sul da Bahia até o sul de Pernambuco, e essa região culminou em um grande lago. Nesse lago, foram se depositando várias rochas em que se formou a aliança”, explicou.

O dinossauro encontrado provavelmente fazia parte da fauna que circundava o lago formado na depressão. “Foi nessa região mais rebaixada em que esse lago se originou. Era um lago onde viviam diversos peixes, ósseos e cartilaginosos, tubarões, além de crocodilo e diversas faunas que podiam circundar esse lago à procura de água e alimentação, o que poderia ter sido o caso desse dinossauro”, completou o pesquisador.

De acordo com Leonardo, no Brasil, existem poucos dinossauros do período Jurássico. “O que é bem conhecido são dinossauros do Cretáceo no Nordeste, mas os que não são tão conhecidos, porque faltam rochas do período Jurássico no Brasil todo, são os dinossauros do período Jurássico. Por isso, além de ser o dinossauro mais velho já encontrado no Nordeste, o nosso também é um dos mais antigos do Brasil”, comentou.

Orientador do trabalho, o professor e paleontólogo Edison V. Oliveira informou que o animal descoberto é o primeiro comparável com a Família Dilophosauridae descoberto no Brasil. “A gente notou que essa vértebra lembrava muito a de um dinossauro descrito lá no período do Jurássico Inferior da América do Norte, do Texas, chamado Dilophosaurus. Ele só tinha ocorrência lá nos Estados Unidos”, informou Edison.

Pesquisadores Leonardo M. de Oliveira e Edison V. Oliveira

Por mais que as espécies sejam comparáveis, inicialmente a pesquisa não pôde definir ainda qual a espécie encontrada.

“Essa espécie que a gente coletou aqui a gente não definiu ela, porque a gente só tem uma vértebra. Então, por enquanto, a gente não poderia definir que espécie é. Mas, das espécies descritas na literatura, a que é mais parecida com a nossa é esse Dilophosaurus lá dos Estados Unidos”, completou Edison.

De acordo com Edison, a área da formação aliança já indicava a presença de dinossauros por ser do período Jurássico, mas a descoberta ainda não tinha acontecido. “Fósseis nessa formação já são encontrados há muitos anos, pelo menos desde o século 20 já se tinha coletado resto de peixes, de tubarões de água doce, de crocodilos, e estava faltando o dinossauro”.

A pesquisa ainda contou com a participação do pesquisador Gelson L. Fambrini, da área de geologia na UFPE.

Retorno

Os próximos passos para os pesquisadores é uma outra visita à Ibimirim, onde o local de encontro da vértebra será delimitado e novos fósseis do mesmo dinossauro serão procurados.

“O que a gente precisa exatamente agora é voltar àquele local e tentar coletar outros fósseis desse animal. Coletar mais vértebras, dentes, seria ótimo se a gente coletasse crânio, o que tiver lá dele, se a gente conseguir coletar, vai ser ótimo”, explicou Edison.

Esse retorno deve ser feito ainda neste mês de maio, de acordo com paleontólogo Leonardo.

 

Fonte: Folha de Pernambuco


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