out 23

23 outubro 2020

O uso correto da farmácia caseira

Fonte: Pixabay

A farmácia caseira é bem comum no Brasil como forma de ajudar nas emergências do dia a dia. Ao mesmo tempo, significa acesso mais fácil a remédio diante de alguma necessidade e, geralmente, sem a devida orientação do(a) clínico geral ou do(a) especialista para saber se seria adequado ao paciente.

Em 2019, uma pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) constatou que o hábito de manter uma farmácia caseira é comum a 77% dos brasileiros que fizeram uso de medicamentos nos últimos seis meses. Deles, 47% se automedica pelo menos uma vez por mês e 25%, diariamente ou ao menos semanalmente.

No entanto, a automedicação aumenta o risco para outros problemas. Segundo o site do CFF, uma pesquisa feita por um grupo de farmacêuticos aponta que 52,8% das intoxicações registradas no Brasil entre 2010 e 2017 aconteceram por ingestão de medicamentos. Foram 298.976 casos de intoxicação, conforme o DataSus, sendo que a automedicação correspondeu a 17.923 dos registros, ou seja, 15,15%.

Cuidados com medicamentos em casa

O ideal é que as pessoas tenham em casa curativos, esparadrapos, luvas, termômetros, bolsa térmica, antissépticos, algodão, ataduras, compressas, soro fisiológico em frascos com tampas, álcool, tesoura de ponta arredondada.

Além dos medicamentos dos tratamentos feitos pelos moradores da casa, muitos estoques incluem antitérmicos, analgésicos, xaropes, anti-inflamatórios, antialérgicos, antigases, antiácidos, etc.

Todos devem ficar acondicionados em local com temperatura ambiente, longe de ambientes muito quentes; separados de alimentos, em compartimento ou caixa trancada, para evitar a ingestão acidental por crianças. Alguns exigem refrigeração, portanto, devem ser guardados na geladeira, mas não na porta, nem perto do congelador.

As caixas e bulas originais devem ser mantidas para ajudar a identificar as datas de validade e a finalidade de cada um. O ideal é verificar constantemente. Medicamentos vencidos ou que mudaram de cor e consistência devem ser descartados. Há redes de farmácias que realizam a coleta apropriada.

Medicamentos que já foram utilizados por qualquer razão não devem ser ingeridos novamente sem a orientação de um especialista. Na mesma linha, não é recomendado tomar remédios que funcionaram com vizinhos e conhecidos, pois cada organismo reage de forma específica. A dose que funciona com uma pessoa pode causar desde alergias a intoxicações graves em outra.

Além disso, o uso de medicação por conta própria pode mascarar sintomas e levar ao agravamento do quadro. A associação a outra medicação pode ser ainda mais perigosa: pode impedir o efeito ou causar uma reação cruzada diante da combinação das substâncias ingeridas.

Orientação médica

No caso onde não for possível o atendimento presencial, para avaliação do médico ou da médica, uma opção em tempos de pandemia causada pelo novo coronavírus é utilizar a teleconsulta.

Coberto pelos planos de saúde, o atendimento permite que o paciente converse com o especialista por meio de videochamada. A agilidade oferecida pelo formato remoto contribui para solucionar dúvidas e receber orientações sobre o que fazer conforme a situação.

Nos casos de emergência, como suspeitas de infarto, AVC, fraturas, etc, sintomas mais graves da Covid-19, a teleconsulta não é indicada. A pessoa deve procurar imediatamente o pronto socorro ou atendimento de emergência no hospital para receber o atendimento correto.

INFORME PUBLICITÁRIO


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out 23

23 outubro 2020

Pernambuco é primeiríssimo no ranking do Tesouro Nacional

Pernambuco é destaque nacional. Com 94,7% de acertos e na frente de todos entes federativos do Brasil, o estado obteve a primeira posição no ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal 2020 da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Economia, divulgado esta semana. A publicação, realizada com base nos dados de 2019, avalia a qualidade e a consistência nas informações enviadas pelos estados ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).  https://ranking-municipios.tesouro.gov.br/

O estudo comparou o desempenho de todos os 27 estados brasileiros em quatro dimensões de verificação: gestão da informação, informações contábeis, informações fiscais e informações contábeis x informações fiscais. Cada verificação incorpora conceitos dos manuais de contabilidade aplicados ao setor público e demonstrativos fiscais e nas instruções e guias de preenchimento do Siconfi – via https://www.economiasc.com

Segundo a STN, a intenção do ranking é fomentar a melhoria da qualidade da informação contábil e fiscal que é utilizada tanto pelo Tesouro Nacional quanto pelos diversos usuários dessa informação. Quanto menos inconsistências nos dados e no cruzamento de dados melhor é qualidade da informação contábil e fiscal. “Pernambuco é o melhor do Brasil”.

Redes Sociais – No Instagram do Tesouro Nacional, consta a mensagem “ Parabéns a Pernambuco, Santa Catarina e Paraíba, que venceram o ranking da informação contábil de 2020!!! Esses três estados apresentaram os maiores índices de acertos nas quatro dimensões que avaliam a qualidade dos dados e relatórios fiscais publicadas no Sistema Siconfi: gestão da informação, informações contábeis, informações fiscais e informações contábeis x fiscais. A correção e a consistência dos dados contábeis são um bem precioso para todos os cidadãos brasileiros, e é por isso que o #NossoTesouro criou um ranking para estimular a qualidade das publicações dos entes da Federação. Números bem apurados resultam em diagnósticos mais precisos e em políticas públicas mais eficientes”.

https://www.instagram.com/p/CGnIBw6MyiN/?igshid=11uph2noy2v5

ASCOM


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out 23

23 outubro 2020

Ptose infantil: saiba como identificar a condição no seu bebê

Cirurgia de correção deve ser realizada antes dos 6 anos

A ptose, ou queda da pálpebra, é uma condição comum e relativamente conhecida quando se trata de pessoas adultas, podendo se desenvolver naturalmente pelo envelhecimento ou por causa de traumas e tumores. Porém, o que muita gente não sabe é que ela pode ser congênita, ou seja, existir desde o nascimento.

Nestes casos, se trata de uma má formação do músculo que levanta a pálpebra, podendo obstruir parcialmente ou totalmente o campo de visão, o que é prejudicial para o desenvolvimento do olho afetado. Segundo doutor André Borba, especialista em oculoplástica pela Universidade da Califórnia, o tratamento é cirúrgico, o que pode ser de difícil aceitação para os pais, porém é importante realizar esta correção antes dos seis anos para que a criança não desenvolva novos problemas, como a ambliopia, também conhecida como vista preguiçosa, que pode afetar a pessoa durante toda a vida.

“Quando há desenvolvimento da visão de apenas um dos olhos, perde-se a noção de profundidade, e em casos mais graves, a visão do olho com ptose palpebral torna-se deficiente, comum para quem lida com a condição”, alerta doutor André.

Mas sendo assim, é fácil identificar uma ptose no bebê, já que a pálpebra caída é bem evidente? Nem sempre. O especialista esclarece que por vezes a queda pode não ser muito significativa, e ocorrer tanto nos dois olhos quanto em um só, então também é bom observar se a criança está fazendo um esforço desproporcional para enxergar. “Os sinais são uma inclinação grande da cabeça e fazer muita força para elevar as sobrancelhas”, complementa.

Por mais que a condição possa causar pânico na maioria dos pais, a cirurgia precoce garante mais benefícios quando realizada com pouca idade. “Quanto mais cedo for diagnosticada a ptose e realizada a cirurgia, menos chances existem de danos à visão,” aconselha. “Em geral, os bebês têm olhos muito expressivos e atentos, então a principal dica é se atentar a qualquer assimetria ou mudança neste quadro”, finaliza.

Dr.André Borba – Médico Oftalmologista e Cirurgião Oculoplástico, especialista em Cirurgia Reconstrutiva e Estética das Pálpebras e Via Lacrimal, com doutorado em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP). Revisor científico da Pan-American Journal of Ophthalmology dos EUA. Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCP) e membro titular da Sociedade Portuguesa de Medicina Estética (SPME).

ASCOM


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out 23

23 outubro 2020

NOTA DO SINTEPE



A luta em defesa da vida continua! Seguimos denunciando a Secretaria de Educação que tenta impor o retorno precoce e inseguro às atividades presenciais nas escolas públicas estaduais.

É sempre relevante expor os motivos que nos levaram à decisão de não retornarmos aos locais de trabalho. Os encaminhamentos negociados entre o Sintepe e a Secretaria de Educação, na reunião de 08/10, condição para a discussão de um possível retorno, não foram concluídos. Mesmo assim, a Secretaria, a ferro e fogo, impôs a data de 21/10, sem espaço para a continuidade do cronograma de visitas às escolas (foram verificadas 440 das 750 que ofertam Ensino Médio). Além do mais, a definição dos critérios de proteção aos grupos de risco e os procedimentos administrativos para tal situação não foram detalhados. E mais, não houve tempo necessário para o Sindicato analisar os números da covid-19 apresentados pela Secretaria de Saúde. E ainda, a discussão das questões pedagógicas e de relações de trabalho – extremamente necessárias nesses tempos de pandemia – não foi praticamente iniciada.

A Secretaria de Educação, infelizmente, preferiu discutir a situação no campo jurídico. Lamentável! Poderia, sim, ter dado continuidade ao debate, mantendo o diálogo, que por sinal vinha sendo bem construído entre as partes. Porém, a insistência e a pressa acabaram levando à situação de enfrentamento que ora vivemos, eis que a reabertura precoce custará danos à saúde e talvez à vida de muitos.

O Sintepe, na noite de ontem (21/10), foi notificado sobre determinação da Justiça para o encerramento da greve retomada também na data de ontem. Além da determinação do fim do movimento, há imposição de astronômicas multas diárias, além de outras sanções de ordem processual, civil e até criminal pedida pelo Estado contra dirigentes sindicais que estão no exercício legítimo da representação da vontade coletiva, em defesa da saúde e da vida dos/as trabalhadores/as em educação e de toda comunidade escolar.

A Assessoria Jurídica do Sintepe já foi acionada e está analisando o documento, seu cumprimento e as medidas judiciais cabíveis.

Os/As representantes do Sintepe estão, ao longo do dia de hoje, com todos os cuidados, verificando as escolas, apesar da proibição da entrada em muitas delas em flagrante conduta antissindical. Mas, a luta continua!

Toda e qualquer denúncia com relação ao nosso movimento deve ser encaminhada para o whatsapp 81 99820.8585. O Sintepe realizará, amanhã (23), às 9h, importante Assembleia Geral Virtual para as devidas deliberações.

https://www.facebook.com/sintepedigital/photos/a.429603000465126/3458201794271883/

Colaboração
TEMPUS COMUNICAÇÃO

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out 22

22 outubro 2020

Ouricuri e Afogados avançam para a Etapa 10 do Plano de Convivência com a Covid-19

Fotos: Djair Pedro/SEI

Todas as regiões do Estado estarão na mesma fase a partir desta segunda-feira (26)
 
O Governo de Pernambuco, após análise do Gabinete de Enfrentamento ao novo coronavírus, autorizou, a partir da próxima segunda-feira (26), o avanço das Gerências Regionais de Saúde (Geres) IX e X – que têm Ouricuri e Afogados da Ingazeira como cidades polo – para a Etapa 10 do Plano de Convivência das Atividades Econômicas com a Covid-19. Com isso, todo o Estado de Pernambuco ficará nivelado na mesma etapa do plano.
 
A Etapa 10 permite a realização de eventos corporativos, culturais e sociais para até 300 pessoas ou 50% da capacidade dos espaços. Antes, os limites eram de até 100 pessoas ou 30% da capacidade. Essa fase também autoriza a reabertura de parques de diversão, temáticos e similares, com a adoção de novos protocolos. Cinemas e teatros podem ampliar sua capacidade de lotação para a metade da sala (antes era restrita a 30%).
 
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, afirmou que a tendência de queda dos números validou o novo avanço, colocando todo Estado na Etapa 10 a partir da próxima semana. “Desde o dia 1° de junho, quando iniciamos nosso plano, temos conseguido fazer uma implantação gradual e planejada das atividades econômicas, com protocolo geral, em alguns casos, e protocolos específicos a serem seguidos, para que possamos dar aos pernambucanos a oportunidade de retorno ao trabalho, às atividades produtivas, gerar sua renda, mas sempre com os cuidados necessários para preservar e salvar vidas”, acrescentou.
 
INDICADORES – Em análise epidemiológica dos indicadores da Covid-19, o secretário de Saúde, André Longo, destacou que o Estado registrou, na última semana epidemiológica (SE 42), uma redução de 14% e 7% dos casos de SRAG, na comparação de uma semana e de 15 dias, respectivamente. Os números são os menores registrados desde a semana epidemiológica 11, no começo de março, mês de início da aceleração da pandemia em Pernambuco.
 
Em relação aos óbitos provocados pelo novo coronavírus, o Estado registrou uma queda de 24,5% na comparação das ocorrências de 15 dias. As taxas de mortalidade e letalidade pela doença também estão em tendência decrescente. No caso da taxa de letalidade – que é a proporção entre o número de mortes pela doença e o número total de pacientes com a enfermidade – Pernambuco está, atualmente, com a taxa abaixo de 1. O percentual chegou a 17,3 no final de março.
 
Já a taxa de mortalidade – número de pessoas que morrem por determinada doença em relação à toda a população de uma localidade – se mantém, desde agosto, abaixo de uma morte por cada 100 mil habitantes, oscilando entre 0,4 e 0,1 de taxa nas últimas semanas. É importante destacar que a taxa de mortalidade teve seu pico em maio, quando o Estado registrou nove mortes por cada 100 mil habitantes.
 
“Esse cenário tem impacto direto nos indicadores hospitalares. Ou seja, mesmo com a desmobilização de leitos, as taxas de ocupação continuam estáveis e em níveis baixos. Hoje, a ocupação média dos leitos Covid está em 54%, sendo 44% nas enfermarias e 65% nos leitos de terapia intensiva”, explicou André Longo.
 
O secretário reforçou que, mesmo com os indicadores em queda, a população pernambucana deve manter e reforçar os cuidados necessários para evitar o contágio e transmissão pela Covid-19. “Ressalto, novamente, que esses bons indicadores não nos permitem abrir mão do distanciamento social, do uso correto das máscaras e dos novos protocolos de convivência. Apesar de hoje estarmos registrando números melhores, a doença não acabou. A Covid-19 continua entre nós e ainda temos a circulação comunitária do vírus”, alertou.
ASCOM

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