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Um ponto crucial da segurança pública em Pernambuco e no Brasil

9 jan 2017|Postado em:Editorial

Governo negocia mesmo sendo proibida a sindicalização de militares e a greve

É interessante a nota do jornalista Paulo Veras do JC Online,  fez uma explanação equilibrada sobre a situação da segurança pública em Pernambuco, puxando um pouco a Constituição de 1988, onde citou que ao militar são proibidas a sindicalização e também a greve. Fez um apanhado sobre a segurança nacional, Exército, Marinha e Aeronáutica, mostrando a fragilidade também das polícias militar na luta de frente com o crime.

Relembrou fatos que movimentaram a imprensa e amedrontaram a população com terror e violência, foram os anos de 1997, 2000 e também 2014 que ficou famoso no caso dos saques em Abreu e Lima, saiu em rede nacional envergonhado os homens e mulheres de bem desse estado.

O mais importante da matéria foi que há um número bem maior de policiais militares, ou seja, 436,3 mil policiais militares, quer dizer…a nossa segurança realmente é a polícia militar se olharmos por esse ângulo, e tão claro que ao deflagrar uma greve a população se sente impotente e desprotegida.

Por outro lado, a pergunta é a seguinte :

Se é proibido sindicalização de militares, porque existem sindicatos ? é legal a greve dos militares se todos estão no mesmo contexto ? e porque o governo negocia com ilegalidade ?

Ou a Constituição não funciona, ou o governo reconhece que não pode ficar sem o apoio dos policias, ultrajados, desarmados, sem o apoio dos dos Direitos Humanos, visto com desconfiança pela própria justiça e alguns setores da imprensa. Lamentavelmente, segurança pública é um mote político de consequências, fruto de uma industria macabra, sangue e terror, tem que ser notícia, virar filme ou mesmo interesses maiores como a desmilitarização, seria esse o propósito ? fragilizar a segurança para uma nova carta de soluções ?

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