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abr 1

1 abril 2020

COVID-19-Segundo caso sob investigação em Afogados da Ingazeira


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O segundo caso sob investigação em Afogados da Ingazeira é o de uma paciente de 56 anos, regressa do estado do Ceará: Ela apresenta sintomatologia compatível para síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Foi realizado um exame de imagem sugestivo na Tomografia Computadorizada (TC). No momento, aguarda exames laboratoriais e a conduta da regulação estadual de leitos para transferência à Unidade de Referência, em Recife.


Nota enviada pela Assessoria de Comunicação


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abr 1

1 abril 2020

Nova espécie de lagarto é descoberto em Fernando de Noronha

Registrada em Noronha espécie de lagarto do continente

 

Dividindo espaço e alimento com animais nativos de Fernando de Noronha desde a década de 60, o teju agora pode não ser mais o único lagarto introduzido na ilha que passou a integrar a lista de espécies invasoras. Enquanto faziam o monitoramento de golfinhos, biólogos da equipe do Projeto Golfinho Rotador registraram uma lagartixa até então restrita ao continente. Um resumo dessa descoberta foi apresentado no 23º Congresso Brasileiro de Zoologia, realizado no mês de março de 2020, em Águas de Lindóia (SP).

O lagarto estava no Mirante da Baía dos Golfinhos, dentro da área do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. Pertence ao gênero Tropidurus. Na classificação dos seres vivos, o nome de cada animal tem pelo menos duas palavras. A primeira é relativa ao gênero e a segunda, à espécie. Um gênero pode ter várias espécies. No caso do Tropidurus, há pelo menos 30, todos na América do Sul. Os biólogos do Projeto Golfinho Rotador ainda não sabem à qual espécie pertence o novo lagarto de Fernando de Noronha.

Os lagartos do gênero Tropidurus são encontrados em áreas abertas, verdes, em rochas e construções civis. Alimentam-se de artrópodes, grupo integrado, entre outros animais, por insetos e aracnídeos. São ativos no período mais quente do dia.

O registro do lagarto ocorreu no dia 11 de janeiro de 2019. A bióloga Lisandra Maria de Lima Silva Bezerra fez fotos e vídeos. “Não houve captura, apenas observação do comportamento, que ocorreu entre 14h34 e 16h”, detalha Lisandra.

O lagarto alternou seu comportamento entre se expor ao sol e se deslocar em zig-zag. O Tropidurus dividia espaço com mabuias, lagartixa endêmica de Fernando de Noronha, mas sem manterem contato físico.

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Este é o único registro de Tropidurus em FN até o presente momento, no entanto, sabe-se que a introdução deste lagarto no Arquipélago pode trazer grandes impactos sobre a fauna local, principalmente a mabuia, com a qual pode competir por alimento e habitat.

“O registro de mais um animal exótico em Fernando de Noronha é de extrema preocupação e reforça a necessidade de fiscalização nos pontos de chegada de pessoas e mercadorias à ilha, como aeroporto e navios cargueiros que descarregam no Porto”, alerta Lisandra.

MABUIA

A mabuia, lagarto encontrado apenas em Fernando de Noronha, é cientificamente denominada Trachylepis atlantica e evoluiu na ilha sem a presença de predadores naturais, como serpentes ou aves de rapina. Apesar de abundante, a espécie vem sofrendo uma predação cada vez maior nos últimos anos.

Animais introduzidos pelo ser humano, como os ratos, gatos domésticos e tejus, se alimentam do pequeno réptil. O simpático lagarto tem comportamento curioso, aproxima-se das pessoas e é frequentemente encontrado dentro de bolsas e sacolas de turistas. Ocupa quase todos os nichos, morando em áreas com pedras, areia, árvores e construções. São animais onívoros, se alimentam de tudo que conseguem manipular.

TEJU

Maior lagarto das Américas, o teju foi introduzido na década de 60 para controlar a população de ratos e de sapos. De hábitos diurnos, no entanto, passou a se alimentar das mabuias, além de aves e caranguejos. Assim, mesmo sendo nativo do Brasil, tornou-se uma espécie invasora em Noronha.

Sendo onívoro e tendo uma população estimada em 2004 em 8 mil indivíduos, come grande quantidade de frutas, espalhando pela ilha sementes de frutíferas exóticas (que não são originárias de Noronha).

A elaboração de trabalhos científicos como o registro do novo lagarto em Noronha, bem como atividades na área de educação ambiental, envolvimento comunitário e sustentabilidade realizados desde 1990 pelo Projeto Golfinho Rotador, têm patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Colaboração de Verônica Falcão

Assessoria de Comunicação


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abr 1

1 abril 2020

Pesquisa revela que empresários pernambucanos buscam o Marketing Digital como alternativa

Pesquisa aponta que empreendedores pernambucanos apostam em novos canais de venda para superar a crise gerada pelo coronavírus

Resultados da opinião de mais de 500 empresários alimentarão os “Desafios de Inovação Aberta”, que irão buscar soluções para o setor produtivo de Pernambuco.

 

Recife, 01/04/2020 – Pesquisa realizada pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), em parceria com a Prefeitura do Recife, Federações da Indústria (FIEPE), e do Comércio (Fecomércio) e da Câmara do Comércio Americano do Recife (AMCHAM), com mais de 500 micro, pequeno, média e grande empresas instaladas em Pernambuco, sobre os impactos sofridos com a pandemia do coronavírus, apontou que, com a crise, os empreendedores estão buscando novas alternativas para levantar seu negócio. Quase 60% apontam novos canais de venda como uma oportunidade para superar a crise, outros 22% apostam em novas tecnologias como aliadas. Cada participante pôde marcar mais de uma opção e, por isso, no final, para 40% a estratégia é reinventar seus negócios com novos produtos e serviços.

O levantamento foi apurado entre 19 a 30 de março. Cerca de 76% das empresas participantes estão localizadas na Região Metropolitana do Recife, outras 20,7% estão sediadas no agreste; 9,3% no sertão e 8,3% na zona da mata do estado. Os segmentos mais atingidos foram os relacionados aos setores de comércio e de serviços, como os de lazer, bebidas e confecções.

O estudo também revelou a situação atual dos negócios e nível de preocupação dos empresários. De acordo com 58,6% dos respondentes a queda na produção e comercialização dos produtos foi superior a 75%. As micro e pequenas empresas, que correspondem a 87,3% do universo pesquisado, foram as mais afetadas com questões relacionadas a dificuldades no fluxo de caixa e perdas de receita.

De acordo com o diretor de Fomento e Inovação da AD Diper, Jaime Alheiros, a estratégia de cada empreendedor nesse primeiro momento deve ser de reavaliar as certezas e dimensionar os efeitos ao longo do tempo. “Será preciso redirecionar esforços no sentido de sobreviver para enfrentar o que ainda vem pela frente. De imediato, é prudente renegociar vencimentos com os credores, buscando uma suspensão temporária, ou parcelamento do montante devido. Procurar os gerentes dos bancos e conversar com os fornecedores quais são as opções nesse sentido é uma ação crítica e que precisa ser tomada imediatamente”, defende.

Os empresários também estão apostando em seguir este caminho. Em suas respostas, 76,4% dos entrevistados acreditam que a liberação de crédito pode ser uma das medidas mais importantes que o setor público deva implementar para enfrentar o momento. A redução da carga tributária foi a medida escolhida por 70% dos dirigentes na pesquisa. Já 55,6% das respostas defenderam a redução dos juros (cada participante pôde marcar mais de uma opção). 

De acordo com Rafael Ramos, economista Fecomércio-PE, a federação criou uma comissão de crédito voltada a estreitar os laços dos empresários com os bancos públicos, como o Banco do Nordeste, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. “A crise mostrou que, independente do segmento, o negócio precisa estar presente em múltiplos canais de vendas, seja físico ou digital, evitando assim choques grandes em suas demandas como vem ocorrendo atualmente. A demanda está muito reprimida e ao resolver a questão da pandemia é provável que aconteça uma elevação no consumo, ao mesmo tempo em que os altos níveis de estoque também tragam grandes promoções para a busca da normalização”, adianta.

Alheiros também pondera para que os empresários não entrem em pânico e olhem para ações de mitigação voltadas ao seu segmento, como linhas de crédito emergenciais e pacotes de auxílio ao pagamento da folha de pessoal. “Por fim, é importante avaliar como reativar o fluxo de caixa trazendo seus clientes para voltar a consumir produtos e serviços e ficar atento às possibilidades do comércio eletrônico e serviços de delivery”.

ETAPAS DOS DESAFIOS DE INOVAÇÃO ABERTA – Os resultados da pesquisa servirão como base de dados para a realização dos “Desafios de Inovação Aberta” que serão lançados, em breve, pela AD Diper, que representa a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Governo do Estado no grupo, Porto Digital e demais componentes da rede.

Esse tipo de desafio é uma oportunidade para quem propuser uma saída rápida e de alto impacto, com ênfase para empresas, startups, grupos de pesquisa voltados para transformação digital, e-commerce e plataformas de serviços. A busca de soluções será por meio de mentoria (terá apoio técnico e tecnológico) por instituições de fomento, empresas e consultores, que, juntos, buscarão as melhores propostas que contribuam para o resgate da economia do estado.

Os chamamentos de Inovação Aberta terão duas etapas: a primeira focando nas soluções emergenciais dos setores mais vulneráveis e a segunda para tratar de desafios com maior complexidade, buscando reduzir os efeitos de longo prazo provocados pela crise. As fases serão realizadas graças a uma ferramenta online, na qual os interessados em contribuir irão se inscrever, interagir e acompanhar a evolução de seus projetos.

Durante o processo, os participantes que tiverem as propostas inovadoras selecionadas serão acompanhados por mentores do ecossistema do Porto Digital e por representantes de diversos segmentos econômicos do estado. As melhores ideias receberão premiações em dinheiro para desenvolvimento e validação dessas soluções para os setores afetados. Poderão participar todos os interessados, desde profissionais que tenham conhecimento técnico sobre os temas, até empresas de tecnologia e grupos de pesquisa.

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mar 31

31 março 2020

mar 30

30 março 2020

Compesa volta a atender 40% da população serratalhadense 24h por dia


Com as chuvas no Agreste e Sertão, mais um município pernambucano foi contemplado com a redução no rodízio. Depois de 10 anos, o Açude Cachoeira 2, responsável por parte do fornecimento de água para a cidade de Serra Talhada, recuperou sua capacidade total de 21 milhões de metros cúbicos. Assim, a Compesa instituiu um novo regime de distribuição, passando a atender 40% da cidade com água 24 horas por dia e as demais localidades com um rodízio de 6 com x 7 sem. Antes, a realidade era de seis dias com água para oito sem na maioria bairros do município.

O manancial Cachoeira 2 vinha operando com apenas 30% do seu volume total. O fornecimento de água era reforçado pela Adutora do Pajeú, com água vinda do Rio São Francisco. De acordo com a presidente da Compesa, Manuela Marinho, o incremento das últimas chuvas vai garantir segurança hídrica até o próximo ciclo. “Com o volume de água acumulado em Cachoeira 2, asseguramos o novo regime de distribuição no município por, pelo menos, um ano com o suporte da Adutora do Pajeú”, explica Manuela.

E a expectativa é conseguir reduzir ainda mais os dias sem água em Serra Talhada. Equipes técnicas da companhia seguem realizando ajustes operacionais no sistema de distribuição e a Companhia espera anunciar pelo menos mais um dia de redução no calendário em breve.

Colaboração da Assessoria


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